Depois das nuvens de arco-iris nadando.
A sua alma se perde na emancipação,
sinueta das matas virgens.
olhares saboreados e cuspidos ao vento.
O circo azul fechando-se,
escurece surgindo as estrelas incandescentes,
que dõe se olharem fundo.
Aguam os homens, matam a a alma.
É quando, se queima os corações perdidos
vestem-se de saudade,
e tomam chá a beira do abismo que se jogam:
o amor.
Amor que nem os poetas aprenderam amar,
Que destrói e forma olhares,
que movimenta caminhos a passos curtos e largos.
Que junta e enlaçam as almas no arrebol,
se jogam ao infinito...