O tempo ressecou nossas vidas,
quebrando-as no muro das tristezas.
Giramos em órbitas contrárias, repousando
no arrebol perene.
Substituimos sorrisos por desafeto.
Deliciando-se dos múltiplos eus,
brincam meus fantasmas,
cuspindo estrilhaços da minha transgressão.