sexta-feira, 22 de julho de 2011

Novembro

A tarde de sol, chovendo sonhos
Nas plantas pingam o orvalho do amanhecer.
Vento batendo enchendo de esperança,
a carne enodoadade de felicidade.
Não existe um desenho claro do céu,
o artista de Deus mais venerado por meus olhos.
E os meninos dançando na chuva,
gritando de euforia.
Me arremetem uma paz que procuro.
Uma tarde de desejos e de medo
mais acima de tudo de amor.

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