Quando a beleza se arredonda e vira cores
Onde o barulho dos pincéis satisfaz o dia
Tingindo-o e quebrando seu silêncio
me faço cega.
Eu que vim da influência má do zoodiaco
Cresci com adrenalina de ventre
Junto com meus pares- "poetas, vagabundos,
pervetidos e gênios",
rabisco as paisagens do além.
Em pleno voô "num caco de vidro colorido"
Manchando as cores com fetiches de jornal
estas notícias populares, acizentado as cores
da psicodelia do meu eu.
Nesse quarto de sossego,
onde viramos heróis em nossas histórias,
sou filha dos templos estradeiros,
narcóticos, iluminados.
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